O Quintais Amazônicos leva sistemas agroflorestais a famílias agricultoras de 15 municípios de Rondônia, recuperando áreas degradadas e gerando renda com produtos de valor econômico.



O projeto foi desenvolvido para estruturar cadeias produtivas ligadas à bioeconomia (cacau, açaí e banana) com emprego de sistemas agroflorestais como meio para recuperar áreas e ampliar o acesso a mercados. Essas são formas de gerar renda e inclusão, uso sustentável da floresta e da biodiversidade no meio rural amazônico.
Executado pela Rioterra, com apoio financeiro do BNDES, através do Fundo Amazônia, o projeto tem o investimento de R$ 55,4 milhões e atenderá 32 municípios de Rondônia até 2030, com meta de recuperar 3.000 hectares e apoiar 1.500 famílias da agricultura familiar.
Ao entrar no projeto, você recebe mudas, infraestrutura, insumos e assistência técnica voltada à produção e à gestão da propriedade. Participa de cursos, dias de campo e intercâmbios, recebe apoio para sua organização, seja ela uma cooperativa ou associação, e tem a oportunidade de participar efetivamente da gestão do projeto através dos núcleos associativos. Todos esses benefícios são gratuitos, mas precisam do seu real envolvimento. Você será apoiado pela nossa equipe do plantio à colheita. A renda das novas culturas se soma ao que você já produz hoje.
Mudas de espécies florestais e frutíferas de alto valor econômico, sem custo para o produtor.
Assistência técnica continuada durante toda a implantação e condução do sistema agroflorestal.
Fortalecimento da regularidade ambiental e fundiária da propriedade rural.
Acesso facilitado a mercados por meio dos Núcleos Associativos do projeto.
De Porto Velho ao Cone Sul
O que sua propriedade ganha ao entrar no projeto.
Valores e documentos públicos do financiamento.
Novidades do projeto em campo.
Como funcionam os Núcleos do projeto.
Preencha o formulário e a equipe da Rioterra entrará em contato para avaliar seu enquadramento no projeto.
O que sua propriedade ganha ao entrar no Quintais Amazônicos, e os requisitos para participar.



Espécies florestais nativas e frutíferas de alto valor econômico, entregues sem custo.
Diversificação de renda com a colheita dos produtos do sistema agroflorestal.
Recomposição de áreas degradadas e de reserva legal com produção associada.
Conexão com compradores por meio dos Núcleos Associativos do projeto.
Apoio ao enquadramento ambiental da propriedade junto ao CAR e aos órgãos competentes
Assistência técnica continuada e formação em manejo agroflorestal.
Ser agricultor(a) familiar com propriedade de até 240 hectares.
Possuir CAR (Cadastro Ambiental Rural) ativo.
Apresentar documento comprobatório da propriedade.
Comprometer-se com as atividades de implantação e manejo do sistema agroflorestal.
Envie seus dados pelo formulário do site ou fale direto pelo WhatsApp do projeto.
A equipe da Rioterra avalia o enquadramento da sua propriedade nos requisitos do projeto.
Um técnico visita a propriedade para levantamento da área e planejamento do SAF.
Entrega de mudas e insumos, e início do acompanhamento técnico continuado.
As dúvidas mais comuns de quem já ouviu falar do projeto, respondidas sem enrolação.
Não. O sistema agroflorestal é implantado em parte da sua propriedade. Você continua sendo dono da terra e segue produzindo normalmente no restante dela.
Não. As mudas, os insumos e a assistência técnica são fornecidos sem custo para o produtor durante todo o projeto.
Não. O projeto é feito para a agricultura familiar, com propriedades de até 240 hectares, sem exigência de CNPJ.
Não há cobrança posterior nem contrapartida financeira. O apoio é 100% financiado pelo Fundo Amazônia / BNDES.
Não. O sistema agroflorestal se soma à produção que você já tem. Ele não substitui o que já está funcionando na sua propriedade.
CAR (Cadastro Ambiental Rural) ativo e um documento que comprove a posse ou propriedade da terra. A equipe te ajuda a verificar isso na primeira conversa.
Varia por espécie. Culturas como banana começam a gerar renda mais rápido, enquanto cacau e frutíferas nativas são retorno de médio a longo prazo. O sistema combina os dois pra você não ficar sem renda no meio do caminho.
32 municípios de Rondônia entre atuação direta e área de influência.



da produção de cacau do estado de Rondônia está concentrada nessa região.
Núcleos Associativos organizam e representam os agricultores do projeto em cada território.



Os Núcleos Associativos reúnem agricultores participantes em cada território para fortalecer a organização coletiva, a representação política e o acesso a mercado.
Cada núcleo municipal elege representantes que dialogam diretamente com a coordenação do projeto e compõem o Núcleo Estadual, instância que reúne as demandas de todos os territórios.
Voz coletiva junto à coordenação do projeto e a órgãos parceiros.
Negociação conjunta com compradores e maior poder de escala.
Compartilhamento de experiências entre produtores do território.
Organização social que permanece além da duração do projeto.
Acompanhamento por imagem de satélite garante transparência sobre o avanço da recuperação florestal.



Um dos componentes do Quintais Amazônicos acompanha, por sensoriamento remoto, a evolução da cobertura vegetal nas áreas de SAF implantadas pelo projeto.
Os dados geram indicadores de progresso da recuperação florestal e apoiam a tomada de decisão técnica em campo, além de subsidiar os relatórios de prestação de contas ao Fundo Amazônia.
Nota para o desenvolvedor: integrar visualização com a plataforma SIGWEB (Rioterra) para exibição de camadas de monitoramento por área/município.
O monitoramento contínuo permite que o avanço do projeto seja acompanhado publicamente, reforçando a prestação de contas com as famílias participantes, o financiador e a sociedade.
Valores, prazos e execução do financiamento concedido pelo Fundo Amazônia.



Consulte a íntegra dos dados públicos do financiamento diretamente na base do BNDES.
As últimas novidades do Quintais Amazônicos em campo.



Agricultora de Itapuã do Oeste marca o lançamento do Quintais Amazônicos II
Ler notícia →O projeto Quintais Amazônicos (2013-2017) foi financiado pelo Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) através do Fundo Amazônia
Ler notícia →A Rioterra é o centro de inovação por trás do Quintais Amazônicos.



Há mais de 25 anos, a Rioterra desenvolve soluções para a conservação ambiental e o desenvolvimento sustentável na Amazônia, conectando ciência, agricultura familiar e políticas públicas.
O Quintais Amazônicos é a continuidade de uma trajetória de projetos voltados à recuperação florestal produtiva em Rondônia.
Contribuir para a formação de uma sociedade crítica, consciente de seu contexto socioeconômico e ambiental, capaz de propor um modelo de desenvolvimento para região amazônica que alie conservação e sustentabilidade à melhoria da qualidade de vida das populações locais.
Atuar como uma organização de impacto na amazônia, conectando diferentes atores para promoção e implementação de soluções sustentáveis na economia regional até 2030, voltado à redução de vulnerabilidades sociais, combate às mudanças climáticas e conservação da biodiversidade.
Nós, da Rioterra, nos pautamos em diferentes princípios que orientam todas as nossas ações na execução de um trabalho sólido e que expressam a excelência no que realizamos:
Humanismo: Valorizamos o ser humano e temos ele como principal diretriz sobre nossos trabalhos.
Uso equilibrado do meio ambiente: Trabalhamos para que as diversas características de um ecossistema sejam restauradas em consonância com o bem-estar humano, garantindo oportunidades de subsistência e respeito as populações locais.
Transparência: Acreditamos que prestar contas é um importante instrumento no processo de gestão da organização, contribuindo com o controle social e garantindo credibilidade e confiança junto a apoiadores financeiros e a comunidades envolvidas em nossos projetos.
Respeito às diferenças: Todas as pessoas levam consigo uma diversidade de pensamentos e experiências que contribui para a riqueza cultural de nossa região, ao qual buscamos respeitar e considerar em nossas ações em campo.
Respeito a natureza: Atuamos em prol da conservação ambiental por meio de ações voltadas a mitigação dos impactos climáticos, uso racional dos recursos naturais, conservação da biodiversidade e geração de renda de forma sustentável.
Primeira fase do projeto, com implantação inicial de sistemas agroflorestais em propriedades familiares.
Expansão da metodologia de recuperação florestal produtiva para novos territórios do estado.
Nova fase, com apoio do Fundo Amazônia/BNDES, ampliando escala para 15 municípios de atuação direta.